TEMAS PARA REFLEXÕES: GALHOS E FRUTOS
Boa noite, irmãos e irmãs, a paz de Cristo! É com alegria que nos reunimos mais uma vez para viver este Mês da Partilha, tempo de graça em que somos chamados a refletir, rezar e agir com o cdoração aberto à generosidade.
No primeiro final de semana do Mês da Partilha refletimos sobre as raízes da nossa árvore do dízimo. Elas são o fundamento que dá vida e sustentação à nossa caminhada de fé. Assim como uma árvore precisa de raízes fortes para crescer, nós também precisamos estar enraizados em valores como a fé, a consciência, a generosidade, a estabilidade e a periodicidade. Somente assim nossa partilha se torna verdadeira expressão de amor a Deus e pode dar frutos abundantes em nossa comunidade.
No segundo final de semana, contemplamos o tronco da árvore. Ele representa a firmeza e a estabilidade que sustentam toda a vida comunitária. O tronco é quem conduz a seiva que dá vida aos galhos e frutos. Do mesmo modo, a solidez da nossa fé e da nossa união como Igreja é o que permite que o dízimo se torne vida e chegue a todos os lugares onde a evangelização precisa chegar.
Agora, neste terceiro final de semana, somos convidados a olhar para os galhos da nossa árvore. Eles se abrem e se estendem, sustentando os frutos que nascem da partilha.
O primeiro galho, que chamamos de dimensão religiosa, nos conduz a Deus, que é o centro da nossa vida. Os frutos desse galho são a adoração, o louvor, o perdão e a oração, vividos de forma plena na Celebração Eucarística, na Celebração da Palavra, nos Sacramentos e nos sacramentais. Graças à generosidade dos dizimistas, a comunidade pode se reunir em oração, viver a fé e experimentar a presença amorosa de Deus.
O segundo galho, que representa a dimensão eclesial, nos aproxima ainda mais da nossa comunidade. Ao partilhar, ajudamos a sustentar financeiramente a missão da Igreja, permitindo a manutenção e o funcionamento da paróquia, além dos investimentos necessários para que ela cumpra sua missão. Este galho da dimensão eclesial envolve tudo aquilo que é necessário a toda a manutenção da estrutura física da paróquia, que vai desde um reparo simples de uma sala de catequese até a conta de água e energia. Manter e cuidar da casa de Deus é responsabilidade de todos nós, e cada gesto de partilha é sinal de amor e corresponsabilidade para com a nossa comunidade.
Agora, os dois primeiros galhos – o religioso e o eclesial – são unidos à nossa árvore do dízimo. Eles nos recordam que, somente estando firmes na fé, conscientes da nossa missão, generosos na partilha, estáveis e perseverantes, é que a evangelização poderá florescer e dar frutos abundantes em nossa paróquia.
